A Editora Contra os Acadêmicos nasce para levar ao público brasileiro traduções sérias de obras filosóficas clássicas — sem superficialidade, sem militância, com o rigor que a tradição exige.
Desde 2014, o Contra os Acadêmicos forma autodidatas sérios que buscam pensar com rigor. A Editora CoA é a continuação natural desse projeto: levar ao público brasileiro obras filosóficas que o mercado editorial negligencia — com tradução cuidadosa, edição responsável e apresentação que respeita o leitor.
Não publicamos qualquer coisa. Cada título é selecionado com base em um critério único: contribui para ordenar o pensamento, refutar o relativismo e fortalecer a capacidade humana de conhecer a realidade? Se sim, merece existir em português.
Cada obra publicada vem acompanhada do contexto necessário para que o leitor não-especialista possa aproveitá-la sem dependência de mediadores ideológicos. Apresentações, notas e glossários que servem — sem substituir o texto original.
A base filosófica da editora é a tradição clássica — metafísica realista, filosofia das virtudes, antropologia objetiva. Nossa convicção é filosófica, não confessional. A realidade é inteligível e a verdade não depende de opinião. Nisso nos apoiamos.
A realidade é inteligível. Nenhuma publicação nossa relativiza esse ponto de partida. A adaequatio intellectus ad rem não é postura política — é a definição mesma de conhecimento.
Exigência intelectual não é elitismo. Qualquer leitor disposto a esforço merece acesso às obras mais sérias da tradição. Nosso trabalho é tornar esse acesso possível sem simplificações baratas.
Aristóteles, Platão, Tomás de Aquino, Eric Voegelin. A tradição clássica não é museu — é método vivo de compreensão da realidade. Publicamos pensadores que a aprofundam e a defendem.
As primeiras traduções mundiais em português de O Veneno Kantiano, de Guido Mattiussi, e A Crise da Certeza, de Albert Farges — duas obras que desconstroem os fundamentos do erro moderno e erguem a inteligência sobre suas bases clássicas.
Como conhecemos a realidade. Obras que combatem o ceticismo e o relativismo a partir da tradição realista clássica.
A estrutura inteligível do real. Aristóteles, Tomás de Aquino e a tradição que afirma que a realidade é cognoscível.
Virtude como excelência, não como regra. A ética clássica aplicada à formação do caráter e à vida prática.
Voegelin, Aristóteles e a crítica ao ideologismo. Filosofia política que recusa deformações gnosticistas da modernidade.
O mercado editorial brasileiro tem filosofia. O que não tem é critério. Publicamos o que forma — não o que vende porque está na moda.
Obras relevantes que nunca foram traduzidas para o português, disponibilizadas com seriedade filológica e contexto intelectual adequado.
Cada título passa por um filtro único: contribui para o realismo e para a formação do pensamento? Publicamos convicções filosóficas — não tendências editoriais.
Apresentações, notas e glossários que servem ao texto — não que o substituem ou o distorcem com lentes alheias à tradição do autor.
Os livros publicados dialogam com o programa de estudos, os guias de leitura e os artigos do Contra os Acadêmicos — criando um percurso formativo coerente.
Publicamos por demanda real. Cada campanha de financiamento garante que o livro chegue a quem realmente o quer — sem desperdício, com comprometimento mútuo.
Novas campanhas, títulos em preparação e conteúdo filosófico sério. Sem spam. Sem motivacionais. Apenas o que interessa.
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