COMBO RESTAURAÇÃO EPISTEMOLÓGICA
Financie duas obras que desconstroem os fundamentos do erro moderno e reerguem a inteligência sobre suas bases clássicas.

É por isso que iniciamos a Editora Contra os Acadêmicos resolvendo o maior problema da filosofia moderna, com a ajuda dos melhores autores e livros sobre o tema.

A primeira tradução mundial em português das obras O Veneno Kantiano e A Crise da Certeza, disponibilizando ao público conteúdos inéditos que desafiam os fundamentos da filosofia moderna e redefinem os limites do conhecimento humano.

Estes estudos foram honrados com uma carta de S. S. Leão XIII, com elogios e aprovações de cardeal Zigliara, de M. Barthélemy Saint-Hilaire perante a Academia de Ciências Morais, de vários outros membros do Instituto, de Mons. Satolli e de Mons. Talamo em nome da Academia Romana de São Tomás, do R. P. de Mandato, professor no Colégio Romano, e de um grande número de professores de nossas Universidades católicas de Paris, de Lille, de Lyon, de Toulouse, de Louvain, de Friburgo, etc., etc.

O kantismo tem por inimigo frontal o realismo que diz ser ingênuo. Pe. Mattiussi e Albert Farges mostram que no realismo tomista há tudo menos ingenuidade, ou seja, o realismo é uma profunda consciência de si.
COMBO RESTAURAÇÃO EPISTEMOLÓGICA
Um tratado magistral sobre a ruína do racionalismo cartesiano. Farges desmonta as ilusões de certeza fundadas no “eu penso” e reconstrói, com precisão escolástica, os verdadeiros fundamentos do conhecimento, mostrando que a evidência e a verdade objetiva resistem ao ceticismo moderno.
Um libelo implacável contra o criticismo e suas heresias intelectuais. Mattiussi denuncia Kant como o envenenador da razão ocidental e restaura, com rigor escolástico, a primazia da verdade e do intelecto sobre o relativismo moderno.
Exposição do problema moderno da certeza; contraste entre a solução realista clássica (fatos, princípios, raciocínios e testemunhos confiáveis) e a ruptura criada pelo criticismo kantiano.
Refutação do idealismo transcendental em três frentes:
— seu princípio subjetivista;
— suas teses centrais (formas a priori, juízos a priori, autonomia);
— suas consequências destrutivas para verdade, ciência e moral.
Análise e crítica do voluntarismo, pragmatismo e moralismo moderno como substitutos falhos da objetividade.
Discussão das principais objeções contra a certeza objetiva: subjetividade, evolução do conhecimento, variação dos sentidos, etc.
Exame do valor cognitivo dos sentidos, do sentido íntimo e da memória como vias legítimas para o conhecimento da realidade.
Como formamos universais, julgamos e raciocinamos; crítica aos sistemas que distorcem esses atos (sensualismo, idealismo, inatismo, positivismo).
Valor cognitivo da história, da tradição, da crítica documental e do acordo dos povos e dos sábios.
Demonstração da legitimidade da revelação como critério supremo quando a razão sozinha é insuficiente; relação entre razão e fé.
Crítica ao fideísmo, ao tradicionalismo radical, ao menesianismo e ao newmanismo como tentativas equivocadas de eliminar a razão.
Análise detalhada da evidência objetiva como fundamento último do conhecer; refutação das objeções subjetivistas.
Função legítima da dúvida no método de invenção e seus limites no método demonstrativo.
Distinção entre certezas matemáticas, físicas e morais; crise contemporânea das ciências; necessidade das bases metafísicas.
A arquitetura da inteligência humana e suas três cores fundamentais de certeza.
Mostra como a confusão conceitual kantiana desestabiliza a certeza racional, compromete a apologética e opõe-se diretamente à clareza e à solidez da escolástica.
Examina a tese kantiana de que os antigos se iludiram quanto ao alcance do intelecto, discute a estrutura matéria/forma do conhecimento, distingue formas sensíveis e categorias, e avalia as limitações da razão prática.
Argumenta que a “questão crítica” é insolúvel nos próprios termos de Kant, mostra as contradições do intuicionismo, defende a cognoscibilidade das coisas em si e evidencia os sofismas que tornam impotente a razão prática kantiana.
Retoma o antigo problema do conhecer, analisa a consciência como objeto legítimo de estudo, determina o objeto próprio do intelecto humano, explica a dependência proporcional ao sentido e afirma a prioridade ontológica do ser sobre o intelecto. Conclui com a defesa da verdade e da certeza contra o ceticismo.
Expõe como a imanência deriva do kantismo, contrasta-a com o pensamento antigo, descreve sua perversão moderna e relaciona-a ao panteísmo, ao evolucionismo e às teorias contemporâneas que absolutizam as estruturas internas do sujeito.
Discute a diferença entre perfeição natural e sobrenatural, avalia a capacidade do homem para o sobrenatural, explica a visão de Deus como dom que ultrapassa a natureza, rejeita a tese de que a natureza exige o sobrenatural e reafirma a doutrina tomista.
Analisa a tese de que o intelecto “torna-se” todas as coisas, explica como ele se determina aos vários objetos e reafirma que o ser precede e fundamenta o ato de conhecer.
Mostra como essa doutrina gera relativismo, mutabilidade dos dogmas e ineficácia da demonstração, além de perfis intelectuais estéreis que dissolvem a objetividade da verdade.
Art. I — Ilusões: examina os erros da nova apologética fundada em sentimento, pragmatismo e concessões imprudentes.
Art. II — Relações reais entre intelecto e vontade: determina qual faculdade é superior, descreve suas influências mútuas e analisa o papel da vontade tanto no ato de fé quanto no erro.
Art. III — A filosofia da ação: desmonta sofismas sobre a suposta insuficiência do intelecto, investiga distorções sobre a vontade e critica o pragmatismo que subordina o pensamento à ação.